.: Poetas :.
Fernanda
.: Créditos :.
- Letícia
(minha amiga artista!!!)
Serena Tempestade
Perto de ti explodo em mil cores
Mas é incapaz de perceber
Em seu mundo preto e branco minhas cores rebatem
Refletem
Recriam
Mas não têm espaço
Sou em ti o mais completo de mim
E não possuo encaixe algum
Me monto, remonto
Desmonto
E não sou nada
Minha tempestade adormece em gotas
Grande rio
Corro para ti
Atravessa-me sem se molhar
Pontes de distancia
Abraço-te dentro de mim
Onde és viva como fogo
Queima
Destrói
Ilumina
És tão presente quanto tua ausência
Seus olhos guiam, mas não vêem
Sua boca ensina, mas não chama
Sua aurora é meu crepúsculo
Me tens... mas não me ama
Ultimas Palavras
Quando você me encontrou, fui eu que te encontrei
E nos teus braços naveguei, por mares belos de esplendor
A luz então se apagou e agora eu nada sei
Tudo o que eu via se afogou na onda triste dessa dor...
E mergulhado esta ainda cada fio desse elo
Em minha mente entorpecia a tropeçar pelo caminho
Procuro então pela saída, pela fuga do mar belo
Tua lembrança revivida, a cada dia que definho...
Me corta a alma pouco em pouco
Na calma q o louco, jaz na cama sem prazer
Um soluço já tão rouco
Faz do grito já tão pouco, suavemente adormecer
É de dor somente q ele dorme
Sem desejo em acordar
Pois da noite tão disforme
Só me salva o meu sonhar
É sem querer e sem vontade, é isso então oque me diz
Mas a mim tudo o que quis, foi mais q tudo lhe querer
Mesmo q surdo ou mudo fosse, seria eterno aprendiz
E mesmo q julgues absurdo, só a te amar ia aprender
Parto agora, já é hora
Parto antes de partir
Partir minh’alma no agora
Que me impede de sorrir
E oq dizer de despedida
Qual palavra irei deixar
O q dizer de minha vida
O que mais dela irei te dar
Minha palavra ao fim é sua
Como a safra do meu eu
Sigo então por qualquer rua
Buscar no mundo o que é meu
Desejo assim pra ti o mundo
E tudo nele q é bom
Q seu cantar seja profundo
E que o cantar seja seu dom.
Que um novo amor seja repleto
E que com ele seja feliz
Pois me doei pra ti completo
E no final, já não me quis...
>> Existem dias que são mais tristes... não pelo que são... mas pelo que significam...
Meu velho amigo
Cadê você, meu velho amigo?
Que agora hei de chamar em vão
Que ao quebrar meu doce abrigo
Fez machucar meu coração
Outrora vinhas, de mim tão intimo
Tão puro e belo, tal que inocente
E agora leva o q te estimo
Deixando o triste lembrar na mente
Não te tratei como devias?
Falhei naquilo q jurei?
Eu fiz por ti mil poesias
E em teu nome, as recitei
Você me trouxe a bela Aurora
Fez do Azul minha cor querida
Mas do meu sonho, me pos pra fora
Pintou de Negro a minha vida
Brincou comigo, feito criança
Fez do querer, o meu castigo
Me encheu de tanta falsa esperança
E apenas ela, deixou comigo
E aqui dentro, eis q se joga
Tal qual um mar de fogo e gelo
Que ora me queima, ora me afoga
Ora congela meu pesadelo
Me fazer triste é seu esporte
Não é mais belo sentimento
É detalhista em cada corte
Me faz sangrar em sofrimento
Não se aproximas mais de mim
Com suas mãos cheias de flores
De um lamentar, sem ter um fim,
É mensageiro de tais dores
E tão mudado e distante
Não és da cor que eu conhecia
Nesse sofrer que é tão constante
És tu, Amor, minha agonia.
Que me salve a Poesia
Que me salve a palavra
Pois o sentir me faz mais triste
Minhas lagrimas já são a safra
De toda dor que em mim resiste
Que os versos me levem distante
Mais longe que meu conhecer
Quem sabe assim, por um instante,
Eu possa enfim adormecer...
Quero ver sem ter encanto
Sonhar com o possível
Perder amor pelo seu canto
Que é pra mim irresistível.
Quem sabe até por um momento
Sorrir mesmo, de verdade
Esquecer meu sentimento
Que causa em ti, só piedade...
Ser feliz, mesmo que pouco
E ter a vida até mais calma
Que assim, ainda que louco
Seja intocável em minha alma.
Ter de ti só uma fração
A qual não crie tanta dor
De ter você no coração
Sem nunca ter o teu amor...
Assim me entrego a minha rima
Sem ter vontade ou esperança
Pois se é assim que a vida ensina
Queria sempre ser criança...
E se dói no fundo o coração
Que tem o amor por agonia
Terei somente uma paixão:
Ter por amor a poesia...
O que é?
O que é essa canção tão dourada,
Essa doce fragrância de perfume no ar?
Porque em mim quis fazer sua morada
Se em tantos outros podia morar?
O que é esse véu tão bonito
Que me tira do mundo e só me mostra a beleza?
Porque decidiu não ser infinito
E sumiu de repente, deixando a tristeza
O que é essa "canção de ninar"
Que embala meu sono e me faz tão feliz?
Porque escolheu meus sonhos velar
Se tira de mim tudo o que quis?
O que é esse céu tão sereno,
Essa chuva tão fina nessa noite tão calma?
Porque faz de mim, assim tão pequeno
E acaba por fim, ferindo minh’alma?
Porque escolheu me dar de presente
Me fazendo esquecer de meu próprio eu
Se me obriga a guardar eternamente
A lembrança de quem já me esqueceu?
Não sei se é assim... "Coisa da vida"
O porquê não se importa com aquele que chora
Se volta a minha alma cansada e partida
E dela decide que não vai embora
E meu coração, a quem tanto consome
Não sabe o que mais fazer com essa dor
Não sabe se é esse, de fato, seu nome
Mas em sua tristeza, o chama de Amor...
>> Nesse clima de final de ano, decidi postar uma especie de pedido em forma de poesia...
A intenção ao escreve-la não foi essa, mas acho que se encaixa bem...
Aproveitando o post queria desejar a todos aos quais essas palavras chegarem um Feliz Natal (Atrasado) e um Ano Novo de muitas realizações...
Um grande abraço...
Quisera Eu
Quisera eu que viesse me saciar o egoísmo,
o puro e vil egoísmo dos que vivem apenas por si
Quisera eu pensar só em mim...
Quisera eu não pensar...
Quisera eu que esse vazio
se ocupasse de minha mente...
Para que não restasse em mim nem um feixe
que iluminasse o passado
Quisera eu lembrar só do antes
Quisera eu não lembrar...
Quisera eu que se desse, de repente,
o frio mais frio, a noite mais longa
Para que, em tudo, nada mais eu visse
Que nada mais em mim pulsasse
Quisera eu sentir só alegria...
Quisera eu não sentir...
Quisera eu o toque da insensibilidade
Para que o todo virasse pedra
E meu coração de aço fosse
Que meu espírito inerte não se comovesse
Quisera eu chorar só de contente...
Quisera eu não chorar...
Quisera eu que tudo sumisse
Que tudo mais não me dissesse nada
Que fossem todos os sentimentos
como gotas em uma tempestade...
Quisera eu amar e ser amado...
Quisera eu não amar...
>> Bom, Já faz um bom tempo que não atualizo e, embora não saiba se alguem ainda lê esse blog, gostaria de agradecer a todos q ja comentaram aqui e me desculpar pelo sumisso...
O fato é q eu tenho escrito muito pouco...
Essa "poesia" abaixo, por exemplo, eu escrevi ja faz alguns meses... qd minha "vontade de gritar" tava mais descontrolada e "viver em mim" era mais insuportável...
Não é uma das minhas preferidas... e, pra ser sincero, eu não sei muito bem pq postei ela aqui... talvez pq, embora escrita meses atras, ela ainda se encaixe bem no presente, talvez pq muito do que esta nela ainda seja verdade... não sei...
De qualquer forma, ai está...
Não espero q gostem...
Não espero q odeiem...
mas gostaria q comentassem...
até mais...
Minha Casa
A casa esta vazia agora...
Tremula, sobre sombras passadas
que nada mais querem dizer...
Sonhos,
Estradas,
Planos,
Tudo, tudo do lado de fora...
E dentro a tristeza...
Fecham-se vagarosamente os cômodos mais secretos,
onde discretos, meus sonhos viveram
sufocados por um passado sem vida
lívidos, sem o viver de um futuro...
Nada. Nada selara as portas,
somente a dor...
A dor eterna de uma vida torta
que tonta tateia na escuridão do presente
Sem luzes, sem festas,
nada nela habita...
Lago negro onde mergulha o vazio
Sombra eterna de onde vem o medo
Os salões principais esperam inquietos
pelo calor de novas decorações
Ocuparão-se novamente de um amor secreto,
de uma paixão infante que a de tomar-me o tempo
De coisa pequena, turvo significado
e de estrelas cadentes que logo minguam
sob o céu negro da solidão...
Mas dentro das salas secretas
de meus salões mais luxuosos
escondem-se torres para sempre trancadas
Seladas com a tristeza de lagrimas eternas
e com a realidade, agora tão presente,
tão insuportavelmente presente... da ausência
Essas torres jamais se abriram novamente
pois suas chaves não existem mais...
Eram compostas por toques doces, hoje tão frios
Pelos brilhos distantes do olhar
que para mim jamais brilharão novamente...
Compostas por tantas coisas, por coisas tão ternas
E eternamente perdidas
Rangendo tremula e fraca,
A casa lamenta a sua dor...
alguém bate, “toc toc”
E, triste, a casa range:
“tum tum, tum tum”
Se o meu sol se foi...
Se o meu sol se foi...
O que irei dizer?
Se não adiantar,
Se ele não voltar,
Como eu irei viver?
Se o meu sol se foi...
O que em mim restou?
Quem é meu abrigo,
Quem virá comigo,
Aonde quer que vou?
Se o meu sol se foi...
O que eu faço agora?
Pra onde irei olhar,
Aonde irei buscar
A minha bela aurora?
Se o meu sol se foi...
O que irei cantar?
E na noite fria,
Sem minha alegria,
Com quem irei sonhar?
Se o meu sol se foi...
Quem vai velar meu sono?
Quem vai salvar minha mente,
Que quer eternamente,
Viver em abandono?
Se o meu sol se foi...
O que pensar, então?
Se minha triste alma,
Outrora terna e calma,
Se afoga em solidão?
Mas o meu sol se foi...
E assim meu coração
Com sua essência nua
Aprendera com a lua
A ver na escuridão...
Fantasia
Venham
Tragam minhas mascaras
Hoje eu quero vestir felicidade
Andar pelos corredores da vida
Com minha falsa liberdade
Em cada gesto e sorriso, minha tristeza esconder
E a verdade?
Quem se importa? Eles nunca vão saber...
Venham
Tragam tecidos
Que é pra cobrir todo meu eu
Cobrir de festa e de sorrisos
Pensar que nunca escureceu
Cobrir de tudo, cobrir de nada,
Cobrir do céu até o chão
Para que mãos desavisadas
Não toquem mais meu coração.
Venham
Traga um chapéu
Tenho que a cabeça proteger
Para que minha mente embaralhada
Não canse nunca de dizer...
De falar sem cessar que no fundo não há dor
Que Continue a lutar contra tão intenso amor
E tente, mesmo em vão, minha alma acolher
Embora em meu coração o amor pra sempre ira viver
Venham
Tragam minhas luvas
Quero tocar minha fantasia
Andar por essa festa
A espalhar a alegria...
Alegria falsa, inventada
Que tanto uso em minha dança
Pra que o passado não diga nada
E em mim não reste a esperança
Venham
Tragam sapatos
Quero pisar em minha fraqueza
Escalar meus próprios erros
E Ignorar a correnteza
Correr muito, ir adiante
Fugir em algum vagão
E que esse trem me deixe distante
De minha própria solidão
Vamos
Venham logo
Tragam tudo o que puder
Pois tudo agora é diferente
E nada mais é o que é
Minha vida, meus desejos
Nada disso em mim restou
E esses versos que escrevo
Agora são tudo o que sou
São lamentações de um louco
Que na vida se perdeu...
Que devagar, de pouco em pouco
Assassinou seu próprio eu
E Condenado friamente
A mais pura solidão
Luta agora intensamente
Contra o próprio coração.
Que o vento leve...
Que o vento leve
Leve-me bem longe
Para velar meu sono
Pra não sonhar em vê-la
Que dos seus encantos
Não cante mais minh'alma
A procurar a calma
Para curar meu medo
Que em meu sorriso
Um riso descontente
Embora só na mente
Tente alegrar meu canto
Que meu amor eterno
Torne-se terno zelo
Selando em minha arte
O coração que parte
Então minha doce paz
Capaz de reviver
Verá que sobre tudo
Irei sobreviver...
Despertar
Então tudo foi escurecendo
E eu... eu acendi uma vela...
Feita de uma falsa esperança
Queimando uma secreta ilusão...
E com minha vela andava
Ofuscando com sua luz
A solidão e o vazio...
Me lançando... sorrindo... girando...
Sem perceber que a tudo ofuscava
Meus sentidos... sentimentos...
O brilho me fazia pensar
Pensava sentir...
Pensava aquecer... esquecer...
E aquecido só na mente eu seguia
Com o coração frio... enganado
Desviado de sua própria natureza...
Mas então numa noite de verso em verso
A vela que, embora enfraquecida, ainda queimava
Teve seu brilho para sempre cessado
Apagada sua chama... revelada sua farsa
Pelo sopro inevitável da verdade
E eu... eu cai... fui ao chão
O Coração sangrando gritava
A alma ferida contorcia...
A mente sem entender tateava
Tonta no vazio que criou...
Abismo... sem verso, sem canto...
Tudo era escuridão... tudo...
Tudo não era mais...
E encolhido, feito em migalhas
Bicho ferido, tentei me esconder...
Mas os ecos da minha vida
Sofrendo recitavam seus versos
Seus tristes versos de solidão
Que falavam do nunca mais
Do pra sempre perdido... Jamais...
Corri então para ela,
A ultima chama de luz
A única realidade em meu mundo
A dona de tudo o que em mim reconheço...
Corri, cai, gritei, chorei... de tudo fiz...
Mas meu canto foi por ela esquecido
Escolheu assim...
Após em lágrimas marcar seu compasso
E de harmonia ter só a tristeza... escolheu
Escolheu assim... escolheu esquecer
Escolheu não precisar
Não cantar mais...
Achou outro canto pra si...
Um canto mais belo?
Mais terno?
Mais próximo?
Enfim... desse nada posso dizer
Nada alem de que conquistou minha luz
Minha terna luz que agora clara
Escolhe não ser mais minha
E de mim quer nada mais que lembrança
Lembrança que em meu eu desata
Compondo tudo em saudade...
E resguardado em minha própria tristeza
Vi seus brilhos espalhados, intensos...
Pensei ainda poder... talvez... Lutar
Lutar pela bela morada
Que meu coração escolheu
Sua amada pra sempre no sempre
De brilhos tão inesquecíveis
Que tornam a noite mais clara que dia
Que tornam o dia mais belo que noite
Em tudo a quis presentear
Mas o que daria ao céu?
Não tinha nada em mim que fosse belo
Ou que ainda fosse capaz de agradá-la...
Nada... nada seus olhos prendiam...
Doei-me então para ela
Não como fizera antes... mas muito mais
Doei-me em tudo... com tudo... para tudo
Porem... tudo já era menos que o suficiente
Doei minha vida, minha alma
Meu coração que sempre a pertenceu
Doei a mim... ofereci o meu eu
Era dela o pouco que isso significava...
Mas, carinhosa, recusou...
Pois escolheu esquecer...
Pois não sobrava em seu brilho
Nada mais que era meu...
"Sem amor" ela disse... "sem segurança"
E eu que até então lembrança era...
Entregue estava, pedindo o arriscar...
O arriscar que nunca viria
Por um eu que nada valia...
Me sobrou algumas frases sem esperança
E, como criança, minha alma chorou...
Como um doente enfim se deitou...
E o que era... para sempre calou...
Me vi, tal como era em seus olhos
Passado de riso e de dor...
Amor de lembrança apenas
Ecos de uma vida incompleta
Culpa...
Coisa incerta...
E a escuridão que aos poucos me tomava
Preencheu tudo em mim que era vivo...
Minhas lágrimas, eternas companheiras
Meu amor de dor e de paz
Se esvaiu de mim a vontade
E no seu lugar... a tristeza...
O doer de tantas feridas
Engolia minha força inexistente
Mas por ela resistiria
Suportaria o tudo...
O tudo no tudo
Até a mim mesmo...
Mas desisti... não por amar de menos... mas demais...
Pois meu lutar por seus brilhos os manchavam... os prendiam
Os faziam virar-se ao passado...
Que ela escolheu esquecer...
Me vi então em meu caminho
Navegando sem porto e sem cais
Tendo que construir uma vida que não existe
Vivendo o insuportável pensar
Do nunca mais...
Do pra sempre perdido... Jamais...
Minha luta
Luto como luta quem sonha
Como quem dorme tremendo de dor
Dor de uma alma tristonha
Que da vida perdeu o sabor
Luto como luta quem dança
Como quem longe, um dia, voou
Como quem, só, no vazio se lança
A desejar a alegria que o tempo levou
Luto como luta quem chora
Para quem no eterno se destina a tristeza
Como quem vê, na escuridão do agora,
Se esvair a completa beleza
Luto como luto e como sou
Meu inimigo é meu próprio eu
Luto com o que ainda me restou
por tudo em mim que se perdeu...
Luto como luta quem sente
Quem de dor faz sua terna canção
Como quem leva tristeza na mente
E eterno amor no coração.
>> Bom, me desculpe pela demora a postar aqui...
esse blog ta super abandonado... eu sei...
fora os motivos que ja estavam me levando a não postar antes (preguiça, por exemplo.. rs) agora tenho outro motivo...
tenho escrito menos do que o já tão pouco costumeiro... e o motivo n é tão dificil de entender,
como musculo que é, ferido, meu coração não produz nada, só lamenta... lamenta baixinho... lamenta sozinho.. lamenta...
Até lá, deixo vcs com parte de uma poesia de alguem de bem mais talento q eu e q relatou muito bem as nuances de tão misterioso sentimento...
"Fechar ao mal de amor nossa alma adormecida
é dormir sem sonhar, é viver sem ter vida...
Ter, a um sonho de amor, o coração sujeito
é o mesmo que cravar uma faca no peito.
Esta vida é um punhal com dois gumes fatais:
não amar é sofrer; amar é sofrer mais"!
- Parte da poesia "Juca Mulato" - Menotti Del Picchia
até logo (eu espero)....
Estrelas
Eu vejo Estrelas em todo lugar
Fragrâncias presentes em meu pensamento
Flores que traçam na essência do amar
Mares de cores a todo o momento
E perdido sozinho nos corredores da mente
Viro meus olhos ao céu estrelado
Penso que vejo os brilhos somente
Por não ter uma Estrela brilhando ao meu lado...
Completo amador
Sou um completo amador
Vivo assim a completar,
a contemplar em minha mente,
eterna e completamente
a dor completa do amar